sexta-feira, 6 de novembro de 2009

*como funciona um GPS


uso do GPS
-localização
-navegação
-segurança
-mapeamento e demarcaçãos
-gestão de tráfego

O sistema GPS (Global Positioning System) tornou possível a qualquer um ter a sua posição geográfica na Terra determinada com uma precisão entre 100m até menos de 1m. Isso é feito com a utilização de receptores (os aparelhos de GPS propriamente ditos) que recebem sinais de uma rede de 24 satélites. Este sistema foi concebido pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos da América, no início da decada de 60, sob o nome "NAVSTAR Project", como uma alternativa aos sistemas de rádio-navegação baseados em terra (NDB, VOR, TACAN, etc) e aos sistemas inerciais. Declarado operacional em 1995, os aparelhos perfazem triangulações com os sinais recebidos via satélite e calculam sua posição na superfície terrestre. Dependendo da riqueza da triangulação (quanto mais afastados entre si e quanto mais satélites forem "traqueados" (captados) mais rica será a triangulação), a posicao geográfica será determinada com maior ou menor precisão. Os aparelhos civis sofriam a interferência de um erro artificial no sistema chamado de "disponibilidade seletiva", mas em 2000 esse dispositivo foi retirado e a precisão dos aparelhos, que era em torno de 100 metros, ficou em média dez vezes menor. Pela triangulação tambem pode ser determinada a altitude, embora este cálculo tenha o dobro da margem de erro com que o aparelho determina sua posicao geográfica (aparelhos mais sofisticados incluem um altímetro barométrico para contrabalançar isso). É necessária uma vista desimpedida do céu, pois o sinal de transmissão dos satélites eh de apenas 50 watts de potência. Nuvens e folhagem não impedem o contato normalmente, embora eu já tenha perdido contato com satelites em locais de densa cobertura de folhagem, unida com rochas altas próximas.
Os aparelhos receptores eram grandes, volumosos e pouco práticos, mas hoje alcançam o tamanho de telefones celulares ou até menores, o que o coloca ao alcance de esportes como automobilismo e motociclismo off-road, mountain bike, trekking, canoagem, etc.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

nova ortografia

Ditongos abertos “ei” e “oi” são acentuados quando ocorrem em palavras terminadas em -r. Exemplos: Méier, destróier, blêizer, gêiser
- Usa-se acento circunflexo nos paroxítonos com encontro "ôo" em palavras terminadas em -n. Exemplo: herôon
- Paroxítonos terminados em -om também devem ser acentuados. Exemplos: iândom, rádom
- Usa-se acento no hiato "ui", quando a vogal tônica é o "i". Exemplo: arguí (1ª pessoa do singular do pretérito do indicativo)
- O acordo afirma que "emprega-se o hífen nas palavras compostas por justaposição que não contêm formas de ligação e cujos elementos, de natureza nominal, adjetival, numeral ou verbal, constituem uma unidade sintagmática e semântica". As exceções estão limitadas às palavras explicitamente relacionadas no acordo, admitindo apenas formas derivadas e aquelas consagradas pela tradição ortográfica dos vocabulários oficiais (ou seja, presentes em dicionários brasileiros e portugueses). Exemplos: passatempo, varapau, pintassilgo
- Não se usa hífen depois do prefixo an- quando o 2º elemento começa com h-. Exemplos: anistórico, anepático
- Usa-se hífen nos substantivos compostos formados com elementos repetidos, com ou sem alternância vocálica ou consonância de formas onomatopeicas. Exemplo: blá-blá-blá, reco-reco, trouxe-mouxe
- Além das denominações botânicas e zoológicas, que já contam com uma regra clara no acordo, os produtos afins e derivados também devem receber hífen segundo a tradição ortográfica. Exemplo: azeite-de-dendê, bálsamo-do-canadá. Observação: não se acentuam expressões como água de coco e sumo de laranja
- Não se emprega hífen em formas homógrafas de denominações zoológicas e botânicas com hífen. Exemplo: bico de papagaio (quando não designa a planta, mas a doença)
- Prefixo co- não exige hífen. Exemplos: coerdeiro, coabitar
- Prefixos átonos pre-, re- e pro- não demandam hífen. Exemplos: reeleição, propor, preencher
- Nas palavras compostas, quando não há perta de fonema do 1º elemento e o 2º começa com h-, o uso do hífen é facultativo. Exemplo: carboidrato e carbo-hidrato
- Devem ser consideradas locuções (portanto, rejeitam o uso do hífen) as unidades fraseológicas com sentido substantivo. Exemplos: "Foi um deus nos acuda", "Adotou-se o princípio do salve-se quem puder"
- Expressões latinas não empregam hífen, exceto quando estão aportuguesadas. Exemplos: pro labore e pró-labore, in octavo e in-oitavo
- Não se emprega hífen nos casos em que as palavras "não" e "quase" funcionam como prefixos. Exemplos: não fumante, quase irmão.

logo que saírem as edições atualizadas, comprar um bom dicionário e um corretor de textos para o computador. Para os mais interessados, também vale consultar o Vocabulário da Língua Portuguesa

coriosidades sobre o lixo no meio ambiente

1 – Os mais velhos resíduos do mundo foram encontrados na África do Sul e têm cerca de 140 mil anos de idade. Esse lixo milenar – que contém ossos, carvão, fezes e resto de cerâmica – oferece informações preciosas sobre os hábitos de vida do homem antigo.
2 – No ano 500 a.C., Atenas criou o primeiro lixão muinicipal, exigindo que os detritos fossem jogados a pelo menos 1,6 quilômetros das muralhas da cidade.
3 – O inventor inglês Peter Durand patenteou a lata de lixo em 1810.
4 – Aterros sanitários representam a maior fonte de metano produzido pelo homem. A cada ano, 7 milhões de toneladas de metano vão parar na atmosfera.
5 – Os americanos produzem 212 milhões de toneladas de lixo por ano, das quais 43 milhões de toneladas são restos de comida.
6 – Isso significa 711 quilos produzidos por habitante a cada ano.
7 – No Brasil, são 88 milhões de toneladas de lixo por ano, ou 470 quilos por habitante.
8 – Das 13.800 toneladas de lixo produzidas por dia na cidade de São Paulo, apenas 1% é reciclado.
9 – Curitiba é o município brasileiro que mais recicla: 20% de todos os resíduos.
10 – No mundo, o Japão é um dos países que mais reciclam: 50% do lixo é reaproveitado.
11 – Os americanos jogam fora 50 bilhões de latas de alumínio por ano.Todas as latas desse material que foram pra o lixo nos Estados Unidos nas últimas três décadas valem quase US$ 20 bilhões.
12 – No quesito alumínio, o Brasil vai bem: é o país que mais recicla latas no planeta. Em 2004, foram 9 bilhões de latinhas reaproveitadas ou 96% da produção total do país.
13 – Em 2002, o oceanógrafo americano Charles Moore vasculhou uma área de 800 quilômetros quadrados do Oceano Pacífico e encontrou 4,5 quilos de resíduos plásticos flutuando no mar para cada meio quilo de plâncton.